
Um homem, de 34 anos, investigado pela prática de furto qualificado contra uma associação sem fins lucrativos sediada em Salvador, foi alvo da Operação Parasita, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia nesta quinta-feira (12), por meio do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC). O prejuízo causado à instituição é estimado em até R$ 2 milhões.
Durante a ação, equipes da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Salvador) cumpriram mandados de prisão preventiva, busca e apreensão, além de medidas judiciais de sequestro e arresto de bens vinculados ao investigado.
As investigações apontam que o suspeito teria se aproveitado da posição de confiança que ocupava na entidade para se apropriar de recursos financeiros ao longo de vários anos. De acordo com a apuração, parte dos valores desviados teria sido utilizada na aquisição de patrimônio incompatível com a renda declarada, incluindo imóveis, veículo de alto padrão e outros bens de elevado valor econômico. Entre os bens apreendidos estão também itens utilizados para mobiliar e equipar um imóvel que, segundo a investigação, teria sido adquirido com recursos provenientes dos desvios.
A operação é resultado de um trabalho investigativo que envolveu análise documental, levantamento patrimonial, rastreamento financeiro e cruzamento de informações. Com base nos elementos reunidos, a Polícia Civil representou pelas medidas cautelares, acolhidas pelo Poder Judiciário, que determinou o bloqueio de bens e ativos financeiros até o limite de R$ 2 milhões, além do sequestro e arresto de imóveis localizados em Salvador e Lauro de Freitas e da apreensão de bens supostamente adquiridos com recursos oriundos da prática criminosa.
O investigado foi submetido às medidas legais cabíveis e permanece à disposição da Justiça.
Fonte: Nicolas Melo / Ascom-PCBA





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